A vice-prefeita Rosa Maria esteve presente na cerimônia para assinatura do repasse, oficializado pelo ministro Ricardo Barros. foto: Divulgação/Pinhais

A Secretaria Municipal de Saúde de Pinhais firmou convênio com o Ministério da Saúde para ampliação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e liberação de recursos federais. A cerimônia para assinatura do repasse foi realizada na Prefeitura Municipal de Curitiba, na última sexta-feira (4).

A Portaria 1010 estabelece o aporte financeiro que irá custear boa parte do serviço composto por quatro ambulâncias de suporte básico e uma de suporte avançado (com UTI), que têm como base os municípios de Pinhais, Colombo e Piraquara. Os repasses também preveem a contemplação de outros serviços e municípios do Estado do Paraná.

“Em suma, atendemos a todas as exigências para habilitação em poucos meses desde o início do serviço, em dezembro de 2016. A próxima meta é a qualificação, que também é bastante exigente, mas o custeio será maior, que são os recursos paraunidade habilitada e qualificada”, explica a coordenadora de Gestão da Secretaria Municipal de Saúde, Dra. Leticia Biss.

A vice-prefeita de Pinhais, Rosa Maria, fala sobre a necessidade de investimentos na área da Saúde. “Nós batalhamos muito, junto dos outros municípios, para que o serviço do Samu se concretizasse e hoje é possível ver o resultado positivo deste esforço. Investimentos na saúde são de extrema importância e é com grande satisfação que recebemos estes recursos”, afirma a vice-prefeita.

Também participaram da cerimônia a secretária de Saúde de Pinhais, Adriane da Silva Jorge Carvalho; o ministro da Saúde, Ricardo Barros; a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti; o prefeito de Cutitiba; Rafael Greca; representando a Câmara Municipal de Pinhais a vereadora professora Cinéia e o vereador Dirceu da Aposentadoria; e demais autoridades.

Resultados SAMU

Com a implantação do SAMU em Pinhais, em conjunto com Piraquara e Colombo, houve uma redução no tempo de permanência dos pacientes mais graves na UPA. “Isso ocorre, pois é um serviço integrado aos grandes hospitais da rede. Em especial, casos de infarto agudo do miocárdio e Acidente Vascular Encefálico, que entram nos determinados protocolos, conseguem serviços de alta complexidade em poucas horas. Antes, demoravam mais de 24 horas para uma transferência”, ressalta Leticia. Ainda segundo ela, houve uma redução no primeiro quadrimestre deste ano de 12,5% no número de pacientes que permanecem mais de 24 horas na UPA, em comparação com o mesmo quadrimestre de 2016.

É importante destacar também que as ambulâncias do Samu não serão reguladas pelo município e sim pela Central em Curitiba. De modo automático, a central identificará as ligações provenientes de um dos três municípios tornando o serviço mais ágil. As Centrais de Regulação tem um papel primordial para o resultado positivo do atendimento, sendo o socorro feito depois de chamada gratuita, para o telefone 192.
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