EPA9602. TOKIO (JAPÓN), 19/11/2018.- Foto de archivo del presidente de Nissan Motor, Carlos Ghosn, da una rueda de prensa en Tokio (Japón) el 20 de octubre de 2016. Las autoridades niponas se disponen a arrestar al presidente de Nissan Motor, Carlos Ghosn, por supuesta evasión fiscal, según adelantó hoy, 19 de noviembre de 2018, la agencia Kyodo citando fuentes ligadas a la investigación. EFE/ Kimimasa Mayama

Um tribunal de Tóquio negou o pedido de liberdade para Carlos Ghosn, ex-presidente do conselho de administração da Nissan, que está detido há quase dois meses. Os advogados devemapelar da decisão.

A defesa de Carlos Ghosn fez o pedido de liberdade na sexta-feira (11), após o ex-executivo da Nissan ter sido novamente denunciado por grave quebra de confiança e por ter relatado um valor menor para sua remuneração. Ghosn negou todas as acusações.

Segundo fontes, os advogados solicitaram o regresso dele à França, sob a promessa de que compareceria a um tribunal japonês.

Acredita-se que o pedido de liberdade de Carlos Ghosn tenha sido negado porque as investigações estão em andamento e existe o risco de que ele possa manipular provas.

No Japão, suspeitos sob investigação de promotores especiais tendem a permanecer detidos por longo período quando negam as acusações. Mesmo que o tribunal aceite um pedido de liberdade, os suspeitos costumam ser soltos sob difíceis condições, visando a evitar que fujam e alterem evidências.