Marcas de petróleo cru voltaram a aparecer no litoral cearense, entre a noite do último domingo e a manhã desta segunda-feira (30). Desde outubro a poluição não era registrada no litoral cearense. Desta vez, os locais atingidos são as praias de Caetanos de Cima e Caetanos de Baixo, no município de Amontada; e da Barra do Poço Velho, em Itapipoca. A região fica no litoral Oeste do Ceará.

Até sexta-feira (27), data do mais recente levantamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), foram 980 pontos atingidos pelas manchas de óleo. A contaminação atingiu todos os nove estados do Nordeste, além de praias do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

A partir de novembro, o Ibama mudou a metodologia para registrar os locais e passou a considerar áreas menores de costa para registrar os avistamentos dos vestígios de óleo, isso fez com que houvesse um crescimento no número de locais atingidos em novembro e dezembro.

Em vídeos divulgados nas redes sociais, pescadores cearenses mostram o acúmulo do material misturado a pedras e algas, na orla do município. “Já tinha aparecido no início de outubro, só que era em pouquíssima quantidade. Dessa vez tem mais”, explica a Rede de Turismo Comunitário de Caetanos de Cima.

A comunidade de Caetanos de Cima é formada por pescadores e pescadoras artesanais, agricultores e agricultoras tradicionais campesinos. Atualmente, cerca de 200 pessoas vivem na localidade, com atividades de pesca artesanal, agricultura camponesa, turismo comunitário e manifestações culturais. A mancha de óleo afeta diretamente a produtividade do local.

A Marinha do Brasil e a Autarquia de Meio Ambiente de Amontada foram informadas e, segundo a Rede, elas vão enviar representantes ao local. No momento, nenhum voluntário tenta retirar o material porque não estão com os equipamentos adequados, diz a Rede. “Estamos à espera dos órgãos responsáveis e orientando os visitantes e comunitários a não tomarem banho de mar, nem a limparem sem equipamentos”, afirma.

Em vídeos divulgados nas redes sociais, pescadores cearenses mostram o acúmulo do material misturado a pedras e algas, na orla do município. “Já tinha aparecido no início de outubro, só que era em pouquíssima quantidade. Dessa vez tem mais”, explica a Rede de Turismo Comunitário de Caetanos de Cima.

A comunidade de Caetanos de Cima é formada por pescadores e pescadoras artesanais, agricultores e agricultoras tradicionais campesinos. Atualmente, cerca de 200 pessoas vivem na localidade, com atividades de pesca artesanal, agricultura camponesa, turismo comunitário e manifestações culturais. A mancha de óleo afeta diretamente a produtividade do local.

A Marinha do Brasil e a Autarquia de Meio Ambiente de Amontada foram informadas e, segundo a Rede, elas vão enviar representantes ao local. No momento, nenhum voluntário tenta retirar o material porque não estão com os equipamentos adequados, diz a Rede. “Estamos à espera dos órgãos responsáveis e orientando os visitantes e comunitários a não tomarem banho de mar, nem a limparem sem equipamentos”, afirma.